Mostrar mensagens com a etiqueta Conversas de café.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conversas de café.... Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

...em quem votar este ano?

Olá Câmaralobenses, Amigos e camaradas...
in google.pt/imagens
Hoje na bela e mais jovem  freguesia do Jardim da Serra uma jovem colocou-me a seguinte questão: "Sr Carlos em quem votar este ano?"
Fiquei pasmo pela pergunta mas respondi: " Minha jovem os candidatos já foram anunciados e estão exposto nos cartazes. Veja as orientações de cada um, dos candidatos, e escolha (no seu entender) o que o melhor defende os interesses do Povo."
A conversa continuou mas para o post no blogue esta é a parte que interessa.

Ao ver esta jovem abordar-me daquela forma fiquei feliz por ser reconhecido mas por outro lado fique triste por verificar que aquela jovem e provavelmente muitas mais ainda não têm noção em quem irão votar! Isso só revela que as candidaturas não estão conseguindo chegar a todos.

Mas esta abordagem, também, revela que os jovens (alguns) querem ir votar!

Por isso faço um apelo a todas as candidaturas: Reforcem as vossas campanhas de esclarecimento aos jovens para que estes cumpram com o seu direito e, no meu entender, dever de votar. E assim contribuir, significativamente, no combate à abstenção eleitoral.
Jovens ide votar no próximo dia 29 de setembro, por vocês...
atentamente e, sempre, ao dispor
cumprimentos
Carlos Gonçalves


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Não existem pressões?!

Olá Camaralobenses, Camaradas e Amigos,

Estava ontem na Quinta Grande a tomar o meu café com alguns amigos e colegas, quando a nossa conversa foi interrompida pela seguinte questão colocada por uma senhora que por ali passava: É verdade o que a dona Guida Vieira disse no artigo de opinião do Diário de Notícias?
Convidei-a para dois minutos de conversa e que nos acompanhasse num café.
Afirmei logo que concordo praticamente com tudo o que a dona Guida Vieira disse. Pois na elaboração das listas aos vários órgãos autárquicos deparei-me com muitas pessoas que partilham as minhas ideias mas não podiam assinar a declaração de aceitação pelo facto de não estarem efectivos(as) no trabalho, ou por ter uma empresa e não serem futuramente penalizados(as) ou ainda por terem um irmão ou uma irmã na Câmara, ou então por serem namorados(as) do amigo ou amiga do genro do secretário do presidente de uma qualquer autaquia ….
Ora bem, nesta ilha tão pequena em que a democracia salazarista impera, muita gente é penalizada por tomar partido deste ou daquele, sendo a única excepção os que optam pela cor partidária que todos nós já sabemos.
A realidade é esta, uns mais directamente outros nem tanto, são penalizados e sofrem pressões para que não dêem a cara pelos partidos de cor diferente da cor partidária da maioria.
E a realidade é:
- Se existem partidos em que não sentem pressões, penso que as suas listas terão os 170 elementos (em Câmara de Lobos) necessários para completar os vários lugares nas respectivas listas sem que nenhum se repita;
- Se não conseguirem é porque o partido é muito pequeno e não tem simpatizantes e militantes em número suficiente.
Depois todos nós veremos…
O partido ou movimento que tem essas declarações só pode pensar que a sua cor partidária é aquela que todos nós sabemos ou então está fazendo o jogo desse partido da cor que todos nós já sabemos.

Cumprimentos
Carlos Gonçalves


P.S.: Este café na Quinta Grande foi muito saboroso. Sabem porquê? Após 45 minutos mais ou menos de conversa a senhora teve que ir embora e fez questão em pagar todos os cafés do grupo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Telefonemas comprometedores…

Olá Camaralobenses, Camaradas e Amigos,
estou de volta após ter dedicado três dias à família. A política é muito importante mas nunca terei sucesso se não estiver bem com os meus parentes mais chegados.
Mas falemos do motivo pelo qual estou escrevendo neste blogue.
Hoje estava no centro de Câmara de Lobos, tomando café com uns colegas, e fui abordado por uma jovem de 50 e picos anos. Perguntou se eu poderia falar com ele. Claro que disse que sim e convidei-o para nos acompanhar no café enquanto conversávamos.
O jovem aceitou o convite e após pedir a sua bebida afirmou: “Senhor Carlos também vai telefonar às pessoas para votar no seu partido prometendo benefícios?” Fiquei pasmado com tal questão e perguntei-lhe se estava gozando comigo. O senhor disse que não e afirmou que isso lhe tinha sucedido nas últimas eleições, “eles ligaram-me pediram para votar neles e disseram-me que algum dia poderia precisar de um favor e eles ajudariam”. O senhor disse-me o partido mas não o anuncio pois não interessa. Continuamos a conversa sobre este e outros assuntos típicos de conversas de café.


Agora a minha preocupação está centrada nas pessoas que são identificadas e contactadas com objectivos eleitoralistas.
A questão que coloco é a seguinte: “ Camaralobenses querem políticos que só se lembram ajudar as pessoas na altura das eleições prometendo-lhes ajuda comprometendo-as com o seu voto?”
Digo-vos que nesta democracia que mais parece uma ditadura o cidadão com dificuldades e instabilidade laboral, silenciosamente sofre, e quase que é obrigado a votar em ideias políticas , das quais não se identificam, com esperança que algum dia terão ajudas dessas pessoas que só se lembram deles nestas datas.
Mais uma vez afirmo, não iremos prometer nada que não possamos cumprir. E peço que não se deixem iludir pela cantiga do bandido.

Cumprimentos
Carlos Gonçalves

P.S.: A resposta à pergunta do jovem foi: “Meu amigo a equipa liderada por mim não irá identificar, nem contactar telefonicamente prometendo ajudas que talvez não as possamos realizar. O nosso método é o contacto pessoal, olhos nos olhos. Se vermos que poderemos ajudar tudo faremos mas se não podermos ajudar da forma que as pessoas querem, desviando-se das leis, tentaremos arranjar soluções sem que estas sejam infringidas. ”