segunda-feira, 30 de abril de 2012

NOVO PEC ou DEO?

Olá Câmaralobenses, Amigos e  camaradas...
O tema de que vós quero falar, hoje, prende-se com o nome a dar ao novo plano de austeridade para os Portugueses!
A situação dos Portugueses
ilustração in google imagem
Seja ele designado por PEC ou DEO, qualquer um deles,  mexe nos bolsos dos contribuintes Portugueses!
Mas afinal o que está acontecendo?
O que está sendo realizado é uma avaliação, por parte o Governo da República, da estabilidade (ou não) orçamental do País para os próximos quatros anos, isto é, o Governo irá avaliar se as medidas implementadas e objetivos a que se propuseram (comprometeram-se), aquando da assinatura do memorando com a TROIKA, são suficientes ou serão necessárias mais medidas.
O problema que se levanta é, se realmente forem necessárias mais medidas, o Governo do PSD&CDS não levou o assunto ao parlamento, para debate, e por isso é que José Seguro disse, na passada sexta-feira que não assinaria o novo PEC pelo simples facto, que entendo não ser assim tão simples, de mais uma vez a coligação armar tudo nas costas dos Portugueses,  dos deputados e sem consultar o maior partido da oposição.
O que prevejo é que vem aí mais austeridade…
Isto é a nossa sina…
Atentamente e, sempre, ao dispor
Cumprimentos Carlos Gonçalves

sexta-feira, 20 de abril de 2012

ESCOLA A TEMPO INTEIR0!!!! parte III

Olá Câmaralobenses, Amigos e camaradas…
Hoje quero vos deixar alguns considerados que me leva a pensar que não deveríamos ter a escola a tempo inteiro…
Quantos de nós não se recorda ter aulas de manhã (ou tarde) e na parte da tarde (manhã) ter coelhos, cabras e até bois/vacas a nosso cuidado para alimentar!
Não desejo isso, para os tempos que correm, mas penso que os jovens de hoje necessitam de estar menos tempo na escola e estar mais próximo dos seus!
Constata-se que a segunda casa dos estudantes é a escola. Fazem e aprendem, quase, tudo na escola…
Verificasse também que os alunos estão “fartos” de estrar, tanto tempo, na escola.
Esta relação aluno/escola faz-me lembrar a relação das pessoas com a religião católica. Todos nós sabemos que é importante mas só vamos à igreja (ou oramos) quando estamos aflitos. A religião católica não atrai os novos, não se atualizou, por isso não é apelativa e os jovens fogem a mil pés. E dos que vão, muitos são obrigados…
Assim, comparo, a relação aluno/escola. Os programas não se adaptaram e quem governa entende que aumentar o número de horas, de umas disciplinas e reduzir outras, é o melhor caminho para aumentar a qualidade do ensino.
Penso que não é o caminho.
Todos lembramo-nos das orientações das nossas mães, pois era a nossa docente que prestava apoio nas várias matérias (maior parte delas sem qualificação). 
As tarefas enviadas para casa eram cumpridas e principalmente as regras eram transmitidas e exigidas que fossem cumpridas, em casa e na escola.
Recordo-me, perfeitamente, que o ambiente dentro da sala de aula era totalmente diferente. Existia respeito (na maior parte dos casos) dos alunos para os professores. Hoje verificasse muitos casos de desrespeito....
Com a atual conjuntura financeira, nada superior as vividas nessas e anteriores décadas, já não é possível ter um dos progenitores em casa, pois o custo de vida aumentou o que não significa (em muitos casos) uma melhor condição de vida!

Quantas recordações?

 Regressar ao passado?

Escola a tempo inteiro é a solução?

Não sei! Entendo que as crianças e adolescente necessitam de tempo para “brincar” como nós fazíamos. Penso que o aluno está ficando saturado e cansado de tanto tempo, passado, na escola. Eles necessitam de mais tempo para estar na companhia dos seus pais! Os alunos revelam muita falta de carinho e atenção. 
Mais e melhor é disponibilizado aos alunos mas o empenho/aproveitamento fica a quem da espectativa...



Que fazer????

Hoje irei ao encontro/debate organizado pelo LIM (laboratório de ideias do PS-Madeira) que irá debater este tema...
Depois farei um balanço do mesmo.


atentamente e, sempre, ao dispor
cumprimentos
Carlos Gonçalves

quarta-feira, 18 de abril de 2012

ESCOLA A TEMPO INTEIRO''' parte II

Olá Câmaralobenses, Amigos e camaradas…
A ordem da semana é o Escola a Tempo Inteiro (ETI). Ontem dei-vos alguns considerandos pelo qual concordo com a continuação da medida.
 Também, neste mesmo sítio, expressarei razões pelo qual discordo.
Hoje deixo-vos um vídeo, com uma opinião de uma professora, que merece ser ouvido.

A opinião, expressa pela professora, de certeza que não será solitária. Penso que muitos docentes, discentes, Encarregados de Educação, Conselhos Pedagógicos, entre muitas mais entidades farão ou fariam.
atentamente e, sempre, ao dispor
cumprimentos 
Carlos Gonçalves

terça-feira, 17 de abril de 2012

ESCOLA A TEMPO INTEIRO ????

Olá Câmaralobenses, Amigos e camaradas...
Motivo errado para termos escola a tempo inteiro
in google imagens  
Esta semana o PS-Madeira e o Laboratório de Ideias realizam um debate intitulado: “Escola a Tempo Inteiro: Pós e contras”.
É claro que este tema é pertinente e atual. Pois debate-se a revisão do estatuto do aluno e também, prevê-se, uma revisão estrutural na educação sob a orientação do senhor ministro da educação, Sr. Crato.
Eu tenho dupla visão sobre o tema, pois sou professor e Encarregado de Educação.
Deixo hoje aqui alguns considerandos favoráveis da implementação da escola a tempo inteiro!
Entendo o facto da maior parte dos Encarregados de Educação defenderem a escola a tempo inteiro. Pois é uma forma de ter os alunos ocupados enquanto trabalham para poderem disponibilizar-lhes mais e melhor do que usufruíram.
As leis laborais não facilitam no sentido de um dos progenitores permanecer em casa para melhor acompanhar o processo educativo dos seus filhos.
A escola a tempo inteiro traz benefícios no que diz respeito às atividades extracurriculares disponibilizadas para os alunos. Projetos, apoios, desporto, entre muitas outras atividades são realizadas/disponibilizadas na escola.
Mas não podemos esquecer que a escola a tempo inteiro carece de infraestruturas e pessoal (capacitado e habilitado) para dar resposta ao desafio. Implica, obviamente, maior investimento por parte dos governos.
Estaremos todos (Governos, Encarregados de Educação, Alunos, Professores e toda a comunidade escolar) preparados para este desafio? Existirá verba para manter? Estas e outras questões surgem. Mas com os imensos cortes financeiras, efetuados nas secretarias e ministérios da tutela, duvido que tenham resposta positiva.
Em média o governo investe (para os menos crentes diriam gasta) 4000€ anos por cada aluno! Haverá verbas? Tenho dúvidas…
Escola a tempo inteiro é benéfica?
Entendo que sim pois o aluno tem mais e melhores meios, aos seus dispor, para poder enriquecer o seu conhecimento e assim realizar o seu processo educativo com maior fundamentado e direcionado no sentido de potenciar as suas capacidades.
Todos os alunos são bons em alguma coisa! Cabe a Escola (Conselho Executivo, pessoal docente, pessoal não docente e alunos) disponibilizar uma diversidade de atividades de modo a potenciar essas APRENDIZAGENS.

Será a escola a tempo inteiro a solução?

Fica a questão no ar….

atentamente e sempre ao dispor
cumprimentos Carlos Gonçalves